Como utilizar Docker em aplicações Ruby

Publicado por Hugo Luchessi , Jônatas Davi Paganini e Daniel de Oliveira Filho no dia dev

Docker logo

Há um tempo atrás mostramos como configurar o ambiente de desenvolvimento com vagrant para agilizar o setup da máquina. Hoje vamos mostrar como fazer isso com Docker e quais são os primeiros passos para “dockerizar” uma aplicação Ruby.

Quando um novo RDoer entra no time ou troca de máquina, temos sempre um ou 2 dias para configurar todo o ambiente com nossa infra de desenvolvimento. Usando docker baixamos esse tempo para 40 minutos :rocket:

Dicas de Design Orientado a Objetos com Ruby - Parte 2

Publicado por Luiz Cezer Marrone Filho no dia dev

Desenvolvimento de Software

Nesse segundo post da série de dicas sobre Design Orientado a Objetos, estarei dando continuidade ao assunto com algumas dicas dessa vez mais voltadas a dependência entre classes e objetos.

Se você ainda não leu o primeiro post, falei mais sobre como evitar uso de estruturas escondidas no código e como melhorar a coesão de classes e métodos utilizando o Single Responsibility Principle.

5 dicas para iniciar como quality assurance engineer

Publicado por Thiago Medeiros no dia qa

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Aqui na Resultados Digitais, desenvolvemos um produto que deve satisfazer todos os tipos de clientes, inclusive os mais exigentes. Para isto, na área de desenvolvimento do produto, temos uma equipe de desenvolvedores trabalhando ativamente e bem atentos à demanda de produzir algo cada vez melhor. Para assegurar-se da qualidade de cada entrega, temos dentro da RD, a horizontal de Quality Assurance, onde nós, os QA Engineers, realizamos todos os processos e atividades necessárias para garantir que todo o trabalho realizado chegue nas mãos do cliente com todos os requisitos plenamente atendidos.

Mas o que fazemos? As tarefas diárias incluem melhorar os processos dentro dos times ágeis, participar ativamente do flow de entrega das features desde o momento de sua concepção, dando feedbacks ativos, até seu deploy em produção. Especificamos também novas features em linguagem orientada à comportamento seguindo a linha do ATDD (Acceptance Test Driven Development). E claro, desenvolvemos testes de aceitação em frameworks Ruby, como o RSpec, o Capybara, o Poltergeist, o FactoryGirl, o VCR e o SitePrism. Além disso, como Agile Testers, também realizamos testes exploratórios e engajamos todo o time com o mindset de qualidade.

Se você se identificou com o trabalho que estamos fazendo, elaborei 5 dicas para que você obtenha sucesso quando começar a atuar como QA Engineer seja dentro ou fora da RD.

Três coisas que descobrimos sobre experimentação dentro de um produto

Publicado por Luigi Cenatti Gianni no dia gestão

AB Testing

Nós criamos em janeiro deste ano o primeiro time de Produto focado exclusivamente no onboarding do RD Station (se você está curioso sobre o porquê, a resposta tem a ver com retenção). Junto com essa mudança, começamos a testar a aplicabilidade de um processo de experimentação (muito similar a growth hacking) para melhorar o RD Station.

Por que nossos Product Owners viraram Product Managers (e qual a diferença)

Publicado por Raphael Farinazzo no dia gestão

Jogo de xadrez

Quando decidimos que os Product Owners mudariam de papel dentro do time de produto e passariam a ser Product Managers, nem mesmo a troca do nome foi instantânea - e ainda hoje alguém às vezes se descuida e me chama de P.O.! Rótulos à parte, foi uma mudança profunda que até hoje está causando um impacto muito positivo em nossa maneira de desenvolver produto.

Vale ressaltar que em algumas empresas, esses papéis coexistem: o Product Manager define Visão e Roadmap, o Product Owner define estórias de usuário. O PM olha mais para fora (clientes, mercado etc.) e o foco do PO é para dentro (time, entrega). No nosso caso, porém, ambas as responsabilidades passaram a se concentrar no Product Manager. Vou explicar como: